Sobre o caso Uniban

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Impossível não ter escutado, assistido, ou mesmo ‘opinado’ sobre o caso da estudante Geisy, nestes últimos 15 dias;  transferida de vítima à ré em apenas algumas reportagens, o assunto tem alimentado os veículos de comunicação pela tamanha polêmica causada e sobretudo, injustiça!
Por parte dos estudantes, uma atitude extremamente arcaica e machista, advinda tanto de mulheres quanto de homens. De acordo com a publicação da UNE (União Nacional dos Estudantes) que  assimilou uma ação destas, como “do tempo das cavernas”. Infelizmente acentuo que o conservadorismo na juventude contemporanea é mais presente do que se imaginava. E a trilha para emancipação distancia-se, quando identificamos fenômenos tão presentes como este.

Pior que isso foi o cenário do ocorrido. Ora, vale lembrar que o acontecido se passa dentro de uma “Universidade”.  Lugar  este, onde se adquire o conhecimento, na qual se estima uma expectativa de melhoria de vida e contribuição de valores que serão transmitidos e complartilhados no curso da humanidade.

Ou para alguns (espero): “A facul é mesmo apenas um lugar de diversão e entretenimento?!

Reforma Evangélica

Não seria necessário me conhecer plenamente pra saber o quanto sou fascinado pela história do Cristianismo. Aliás, por tudo o que incorpora o desejo de viver em Jesus Cristo. Embora contenha seus escândalos e momentos de (des)equilíbrio, períodos de crises, ruínas e rupturas… Infelizmente, a “fragmentação” ainda é o que mais enfraquece os cristãos, pois um “reino dividido não subsiste”. (Marcos 3.24)

Hoje é comemorado o dia da Reforma Protestante. Há cerca de 500 anos, diversas questões já causavam polêmica e desafiavam o Cristianismo. Teólogos e Historiadores identificam os avanços intelectuais, sociais e culturais,  que se expandiram e obtiveram razões não apenas de questões religiosas,  como também políticas e ideológicas.

Em respeito e admiração pelas três grandes escolas do pensamento cristão – “Católica, Liberal e Protestante”, Romantizo ao dizer que nossas congruências ainda são maiores que as divergências?!

Sobre a contemporaneidade e a situação das igrejas, não seria necessário ler as 95 teses novamente e sim apenas ler a bíblia pra saber que precisamos urgentemente de uma “Reforma Evangélica”. Ora, certos conceitos e mitos “pregados” – ou melhor, apresentados pela TV ou divulgados através de fetiches, mais parecem afastar a igreja dos planos de Cristo e mercantilizar a fé de pessoas, através de uma descarga alienante de sensacionalismos.

Uma vez que a enfâse passa a ser no Indivíduo, não consigo perceber o plano Divino nem razões que estruturem tais templos.

As pessoas necessitam conhecer o amor de Deus, que já foi escancarado ao mundo quando o Cristo foi entregue à morte de cruz por nossos pecados.

O maior rompimento da história se deu por um ato de amor. E ainda não encontrei Dogma, Teoria ou Reflexão capaz de tornar a minha orientação cristã superior à do outro. Creio que devemos crescer na horizontalidade, na diversidade e numa espiritualidade que atinja um nível onde seja possível, em vez de contaminar com as diferenças, contagiar pela mesma Essência.

reforma

Dia das Juventudes

O que é Ser jovem na contemporaneidade?

Acaso,  limita-se a uma dada fase biólogica da espécie humana?
Uma determinada “faixa etária” na qual tudo passa onde um dia (segundo os adultos) amadureceremos?
Ou é apenas seguir as tendências pós-modernas que exaltam a individualidade e comprimem toda a coletividade?
Tantos meios de comunicação e ao mesmo tempo solidão…
Livros tão companheiros mas, nem tão amigos assim…
Bichinhos de estimação tão fofinhos – que não nos trazem carinho…

Instabilidade:

Lá vem  aquele papo de Identidade. “Temos que ser Adultos!” O que somos? O que queremos da vida?
Precisamos Amadurecer… Casar… Estudar… Ter um Imóvel… Automóvel…

Somos bombardeados por estes conceitos…

A mídia nos expõe como imaturos, “Aqueles que não querem nada com nada”…

Resiliência:

Mal sabem estes, e porque não, até mesmo aqueles… Sim, os adultos.
Que a força que compõe a juventude incorpora sonhos e incertezas, objetivos e frustrações, medos, amores incompreendidos até mesmo por valores invertidos. Seja de gênero, ou conceito ideo-político. O que é tudo muito novo, amanhã torna-se antigo…
Além disso,  a realidade de cada jovem não é composta numa uniformidade. A pluralidade indica que cada jovem está inserido numa camada social, um contexto sócio-econômico, como também valores, sejam ideológicos – por parte de suas tribos urbanas, religiões, facções, ou até mesmo a ausência de tudo isto. O que não se pode comparar é a juventude desfrutada por uma patricinha e a juventude de uma jovem que trabalha no campo.
Um jovem que mora no bairro do Jardins em SP e um jovem que mora no morro do Rio de Janeiro.
Um jovem engenheiro e outro filho de um carpinteiro.
Uma jovem que estuda moda e outra que trabalha como vendedora da loja…

Infelizmente, qualquer leve brisa conduz a juventude…
Faz o que bem quer…
Hora usa. Ora, também abusa!

É preciso ancorar nossos conceitos!
Irmos contra a maré de pré-conceitos
Nos compreendermos além de meros sujeitos, de uma determinada fase da vida.
Temos nossos direitos! Somos do elenco da humanidade. Também fazemos história.

Compartilhe experiências.
Aventure-se em enxergar a amplitude.
Seja além da TV. Vá aquém das tendências
Diversifique a vivência.
Comemore o dia da juventude…

Conjuntura’s

o_tempo     

Se a totalidade não dissocia
A realidade é instigante
pois a prática e a teoria
se vive neste instante!

 

 

Não ao Imediatismo!

Aos que ensinam

teachers

“Ai daqueles que pararem com sua capacidade de sonhar, de invejar sua coragem de anunciar e denunciar. Ai daqueles que, em lugar de visitar de vez em quando o amanha pelo profundo engajamento com o hoje, com o aqui e o agora, se atrelarem a um passado de exploração e de rotina”. Paulo Freire

Parabéns as professoras e professores possuídores além de uma profissão especial, mas, de uma função essencial na história da humanidade. Pois, são artistas com giz branco que pintam em quadros negros o futuro colorido na arte de educar para a vida!!!

Grandes Crianças

Prólogo:

Já dizia o Rubem Alves algo mais ou menos assim:

 “Deus é uma criança! Nunca o vi, mas tenho quase certeza! Como criar tantas cores? Tantas flores? Tantos sabores? Amores, valores

Não acredito num deus barbado sentado num trono dando ordens pra lá e pra cá! Quem pensa assim está enganado! Ele criou as girafas, os pintassilgos, os elefantes, as formigas”…

 Plenamente, de acordo! Só a capacidade contida na pureza de uma criança permitiria…Crianças

  . Ah… minha infância! Quanta saudade! Sei que não posso vivê-la novamente, mas:
criança? Quero ser pra sempre!

Para iniciar esta crônica, tive que convidar meus pensamentos a esquecerem um pouco os assuntos socioeconômicos, os rotineiros e os acadêmicos, só valia utilizar as lembranças e meus sentimentos…

Lembrei que quando brincava com meus carrinhos e bonequinhos, “rapidamente conseguia um cenário”. O sofá da sala tornava-se grandes montanhas, as escadas de casa eram cachoeiras, o lavatório de banheiro virava piscina…

. Impossível esquecer tais sensações! Não expeli lágrimas ao escrever este texto, mas senti que meu coração chorava por dentro, ao Relembrar esses acontecimentos…

. A vida é uma viagem expressa! Tenho certeza que para os homens o tempo tem pressa…

Achei que havia brincado com meus brinquedos, até os 14 anos de idade – enquanto experimentava outras brincadeiras e sensações da vida, mas ainda assim, meus brinquedos eram minha atividade favorita.

Fazem exatamente “11 anos”  que escrevi meu primeiro poema.
Ah… Saudades ao quadrado! Quando, li não resisti! Não pela poesia em si, mas por todos estes momentos que já vivi. É quase inacreditável! Meio contraditório. Não sei se real, mas adotei como ideal…

”Passaram se anos, e posso afirmar que a essência de ser criança está inserida em cada um nós”!

 . Ser infantil é diferente de ser criança

Sei que o Vinnícius bebê não vai mais voltar. Os cabelinhos lisinhos, as bochechinhas, o sorrisinho puro. Ah…  Mas é possível viver como a criança que sempre existiu dentro de mim. Ainda que exista tarefas, problemas e afins…

”Não faço mais gugu-dadá
mas quero brincar de inventar.
não preciso de hora pra deitar,
mas quero tempo pra sonhar”.

Epílogo:
Descobri que o maior brinquedo da minha infância, continua sendo minha brincadeira favorita até os dias de hoje. Na verdade, não eram os carrinhos e bonequinhos, mas, “minha imaginação” foi a dádiva que ganhei pra brincar com a vida. O lápis de cor que recebi pra colorir meu cenário, a guitarra que tenho pra solar nos palcos e teatros, os peixinhos que enfeitam um aquário. Os biscoitos recheados e chocolates que dão graça ao armário…
Se a vida é uma viagem expressa e que tem pressa; quem vive brincando de ser criança está nos assentos privilegiados do percurso vitalício.

 Aproveitem a semana das crianças pra relembrarem a infância. Não agindo com birras e infantilidade, mas com a pureza, beleza e brincadeiras de uma criança de verdade! Não esquecendo que a maior criança que existiu foi o próprio Deus, que em três se dividiu, e em forma humana, como disse Jesus :

 Em verdade vos declaro: se não vos transformardes e vos tornardes como “criancinhas”, não entrareis no Reino dos céus. (Mateus 18.3 / Versão Católica)

 “A maior infantilidade de um homem é recusar-se a viver como criança”. 02/10/08 (Babynnícius Almeida)

* Feliz Semana das Crianças! 05/10/2008

A partida da vida

Não sou contra o Tênis! Pior que isso, seria se tentasse justificar o porquê não gosto de Golf (rsrs nem queiram saber por que). Assim, prefiro neutralizar dizendo que o futebol é muito mais interessante. Por sua história, criatividade, diversidade de jogadas e, sobretudo, por seus usuários, torcedores e simpatizantes…

Cada vez que os preconceitos são lançados semelhantes à raquetadas em bolinhas de tênis, entendo a importância de driblar os problemas, compartilha-los através de passes e sem dúvidas, certifico: mais vale um gol feito por um time, do que um ponto solitário com uma raquete na mão…

Expressões transpiravam! Não sei se emoção ou mesmo tensão! Cabeças balançavam. Enquanto outras sequer levantavam. Suadas camisas, vestidos e todos os tecidos. Alguns eram mesmo do uniforme; outros, da farda que expelia o enfado do corpo cansado do operário que a vestia. De pé, a tia, que trazia nas sacolas uma perfumaria e diversas bijuterias à suas sobrinhas. Uma criança chorava! Alguém reclamava! Atrás, ouvi gargalhadas.

Entre mochilas e marmitas, bolsas e especiarias, sacolas e envelopes, cadernos e livros, está um time nem tão entrosado (eu diria explorado), que todos os dias, jogam na partida da vida! Se há treinamento? Concentração? Não! Encontram-se todos os dias nos grandes itinerários dos terminais metropolitanos, dispõem de suas habilidades – em sua maioria braçais, na quais recebem ao final da partida – ou do mês, uma bonificação, inteiramente imerecida – pois o valor de quem joga neste time é pouco reconhecido.

Me fomenta progressivamente suar a camisa e realizar intervenções que vão de encontro aos que ainda permanecem sem reconhecer este time como a seleção mais importante do país. Pois o mundo não é um buraquinho, tampouco nossas escolhas são uma bolinha que rola sozinha em um campo amplo de golf.

Neste sábado, muitos correram o primeiro e o segundo tempo de sua jornada de trabalho. Outros, vão para prorrogação. E, alguns, não estão escalados – e, desempregados, sonham e fazem testes contínuos na busca de uma posição, para jogarem – na partida.

Agora, finzinho de tarde: A comemoração…

Gargantas sedentas pela esperada cerveja. A cristã que convida para visitar sua igreja. Os passeios, de pais e filhos; dos que namoram – dos que enrolam. O terceiro tempo começa para a Dona Maria, pois a filha foi à um show de pagode e novamente não conseguiu arrumar a casa…

E sem torcida, este anônimo e importantíssimo time joga todos os dias. Lavam, passam, operam, consertam, servem, faxinam. Jogadores e jogadoras possuidores de sonhos! Com um histórico a ser reconhecido…

Que tal, formar a torcida organizada pelo time dos trabalhadores e trabalhadoras?Imagem, Internet Drops

Combinações Diversificadas

face_perdidaNem sempre combina o que rima,

E, ainda assim, inspira

Por vezes, o alto não está por cima

E certas situações, aspira.

 

Atualmente, minha maior tendência,

Tem sido a diversidade

Traz cores à transparência

Entender outras verdades.

 

Tornar a visão flexível

Amplia a ótica dos valores

Fomenta a busca do possível

À humanos, animais, árvores e flores…

 

12/09/2009

Hino Racional Brasileiro

Imagem Arnaldo

Imagem Arnaldo

Ouviu-se do ipiranga as margens flácidas
De um operariado suado e alienante
e Sol da liberdade em raios fúlgidos
arde à peles que trabalham neste instante.

Com o penhor da desigualdade,
Conseguimos enxergar que com braço forte
não é possível, tal da Liberdade,
Nos iludem desgastando até a morte

Oh, Pátria amada?
Explorada!
Salve Salve!

Brasil um sonho intenso, um raio vivido
O amor e a esperança à terra esquecem
Se teu formoso céu é risonho e límpido
As margens do centro seres apodrecem.

Gigante pela própria natureza
ès belo. És forte, em cenário desastroso
E o teu futuro requer esperteza

Terra Adorada
Entres outras mil?
ès tu Brasil,
Terra Nativizada.
Das filhas deste solo és mãe gentil,
Povo Amado
do Brasil…

II
Deitados diariamente na calçada do Centro
Ao som de carros e à juz de vagabundos
Te cuidas, ó Brasil Alvo da América,
Suas reservas tem despertado o Mundo!

Do que a terra mais poluída
há tristonhos, feios campos cenários sem cores;
Nossos Bosques “Têm sim mais vida”
dos que imigram atrás de seus valores.

Oh Pátria amada?
Explorada!
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
Pois o indivíduo tem sido exaltado
digo, e o verde-louro desta Flâmula?
que vocês, mesmo tem desmatado!

Mas, se ergues da injustiça a raça forte
é necessário educar-los para a luta
Se Aprende, muda a conduta até a morte

Terra Explorada
Entre outras mil?
És tu, Brasil,
Terra Nativizada

De Todos deste solo és mãe gentil,
Povo amado,
do Brasil

Não seja como a Veja

capa38D ECA!!!

 

 

 

 

 

Sinceramente, não sei por onde começar. A mistura deste post, contém indignação e a tentativa de que todos e todas possam enxergar além da Revista Veja – esta, que cega grande parte da nossa nação com suas matérias de exclusivo interesse burguês, utilizando da mídia, modelando a massa, e fazendo assim o que bem entende à população, com suas matérias persuasivas, segundo os interesses da Elite concentrada no Brasil.  

            Já contra-publiquei ainda neste ano sobre uma matéria do mês de abril que falava sobre as favelas em Ilha Bela e em locais no Litoral Norte. E desta vez, a coisa não é tão diferente, a difamação já é antiga, pois, só reciclam os preconceitos e republicam em outras imagens, constroem mitos e bastam serem lidos – e logo, “cridos”. Ora, quem questionaria uma Revista “tão séria” como a Veja, em nossa Nação?!

            O CRESS – Conselho Regional de Serviço Social nesta última sexta-feira (28/08) realizou o I Encontro Estadual de Desenvolvimento Urbano e Direito à Cidade, com o tema: “O trabalho do Assistente Social na perspectiva do direito à cidade, desafios e estratégias”. Sem dúvidas, tais informações e todo o conhecimento produzido no encontro, significaram e fomentou reflexões intensivas à luz das transformações do trabalho na relação campo-cidade na contemporaneidade do capital.

             O Prof. Dr. Nabil Bonduk (Fau-USP) apresentou dados de que apenas em SP, com uma demanda futura, será preciso 27 milhões de habitações até 2023. Ou seja, só habita quem existe! E quem existe, precisa “ocupar” um lugar.

            O problema é que este lugar (espaço) é um “SOLO”. Logo, não temos tanto espaço assim. Melhor dizendo, quando o assunto é Propriedade Privada, tudo muda.

             Na cidade, precisa-se de solo pra habitar, se locomover, ter saneamento, ter cultura, ter lazer…

            Mas, também para plantar e, sobretudo sobreviver…
            No campo não é diferente! Este mesmo espaço de terra, se torna mais uma mecanismo de exploração aqueles que não possuem chão. E estes “sem chão”, sobrevivem na salubridade, moram em condições precárias, trabalham, cuidam, plantam, colhem naquela terra – mas mal se alimentam daquilo que produzem.
Se lutar por moradia (direito reconhecido no artigo 5º e 6º da CF), assentamentos de terra, sobretudo numa busca de garanta à vida digna para esta população sem chão, sem perspectiva e sem razões de existência – pois quem não ocupa um espaço, não existe num lugar…

            Meus parabéns ao MST! Pelos 25 anos (ver video aqui) de lutas constantes e norteadas apenas na busca de justiça, por um modelo de vida digna à população do campo. Pelo exemplo e persistência caracterizada como um movimento social que não apenas tem impactado, mas assentado seus objetivos…

            Quem realmente desmata e quem danifica o solo? Se não os grandes latifundiários, pecuaristas, produtores (ou poluidores?) fazendeiros… Estes, realmente “invadem” a terra para obterem seus lucros egocêntricos.

            A ONU publicou dados onde afirmavam que apenas 20% da população é responsável por 84% do consumo mundial.

            A Terra é um direito da humanidade, um bem comum da vida. É preciso enxergar além da Revista Veja. Além dos SPAS e Flats que lá apresentam. Os restaurantes luxuosos não ofuscam que nesta mesma cidade, pessoas se alimentam do lixo! Que nesta mesma semana, uma ação da gestão da prefeitura de SP, a reintregação de posse ocorreu no Capão Redondo, desabrigando diversas famílias. Além disso, proibiu-se à doação de colchões e cobertores à pessoas em situação de rua…

            Sobre o Senado? Ninguém tem nada a publicar?
            Este é o Ano da França in Brazil?
            7 de Setembro pretende-se “investir” mais de  R$ 1 milhão para a segurança e hospedagem do Presidente da França, Nicolau Sarcozi assistir o desfile em São Paulo.

Enxergue além da Veja!

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